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Conceitos Básicos sobre a Segurança do trabalho

Conceitos Básicos sobre a Segurança do trabalho
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Proteger o trabalhador, fiscalizar seus meios e métodos de trabalho, analisar as funções e como ele está se comportando dentro da empresa. Esses são – entre muitas outras – competências da Segurança do trabalho. Abordaremos, durante a leitura deste artigo, as funções e objetivos dessa área tão importante, que visa o bem-estar e crescimento conjunto, tanto do trabalhador, quanto da empresa.

Sua empresa possui o setor de Segurança no Trabalho? Quer saber se deve criá-lo e o que é necessário para fazê-lo? Então, acompanhe a leitura deste texto. Trataremos sobre a importância dessa função e os seus principais conceitos.

Continue a leitura!

O que é Segurança no Trabalho?

Para iniciar, é fundamental entendermos o que é, efetivamente, a Segurança do Trabalho. Sendo assim, podemos compreendê-la como o conjunto de competências, ciências e tecnologias, que estuda e afirma meios de proteger o trabalhador em seu ambiente de trabalho.

Todo esse estudo visa diminuir ou zerar o número de acidentes envolvendo trabalhadores dentro das empresas. Por isso, a Segurança do Trabalho é o setor que se preocupa em fiscalizar e seguir padrões de segurança, que previnem riscos e promovem a saúde dos funcionários.

A Segurança do Trabalho é um serviço garantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. A legislação prevê que todas as empresas, sejam públicas ou privadas, e que contam com corpo de funcionários acima de 50 pessoas, precisam apresentar um responsável pela segurança dos mesmos.

Quem trabalha com Segurança do Trabalho?

A Segurança do Trabalho é uma dissidência do estudo de Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT). Portanto, os especialistas nessa área precisam apresentam cursos de qualificação dentro dessas respectivas competências, podendo atuar como profissionais da Segurança do Trabalho. A equipe de SESMT, comumente, é composta por Técnico de Segurança do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Médico do Trabalho e Enfermeiro do Trabalho. Em algumas empresas, essa equipe também forma a chamada CIPA, conhecida como Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

A diferença entre a CIPA e SESMT, é que, na primeira, também podem haver membros não especialistas em Segurança do Trabalho, a serem escolhidos pelos empregadores e por seus próprios colegas, para a formação da comissão. Esses profissionais serão responsáveis por fiscalizar a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), bem como o modo como se comportam diante do trabalho cotidiano. A equipe SESMT e CIPA atuam, conjuntamente, também ensinando as melhores práticas de ação, além de ajudar os funcionários a compreender os riscos de um trabalho pouco seguro.

Qual a importância da Segurança do trabalho?

Essencialmente, a Segurança do Trabalho é a principal responsável pela fiscalização dos trabalhadores, a fim de evitar ou eliminar os riscos que os envolvem. Dessa forma, a expectativa e a importância desse setor é, sem sombra de dúvidas, evitar acidentes que possam comprometer a integridade desses funcionários. Através de fiscalização e cuidados preventivos, a equipe de Segurança do trabalho colabora para a manutenção de um ambiente sadio dentro das empresas.

Para os funcionários, isso se torna um alento, afinal, a empresa que mantém sua SESMT e CIPA ativas, possui uma preocupação diferenciada com os mesmos. Para a própria empresa, a atividade desses grupos diminui os riscos de acidentes e, consequentemente, perda de funcionários, rotatividade e, em casos graves, processos por falta de cuidados.

Conceitos básicos sobre a Segurança do trabalho

Explicada a importância da Segurança do trabalho, quem compõe essa equipe e qual a sua atuação direta no ambiente organizacional das empresas, podemos continuar o nosso conteúdo, dessa vez de modo mais específico. Vamos falar, a partir de agora, quais são os conceitos básicos que envolvem os grupos de SESMT e CIPA e que eles precisam considerar, a fim de prestar um bom trabalho.

Acompanhe!

1. Acidente de trabalho: o que é e como evitar?

Falamos bastante sobre a prevenção de acidentes de trabalho, não é? Pois é competência do profissional de Segurança do Trabalho identificar quando um acidente se instala e qual a relação com a empresa. Entende-se que o acidente de trabalho é quando o funcionário apresenta qualquer lesão dentro da empresa, estando a serviço da mesma, e que cause perda de sua capacidade de trabalho, temporária ou permanentemente.

Conforme dito, só se caracteriza acidente de trabalho se o funcionário estiver sob a função de sua ocupação. Por isso, o profissional de Segurança de trabalho é fundamental na orientação, a fim de evitar problemas para os empregadores e diminuir os desconfortos para os empregados.

2. Como se comunica um acidente de trabalho?

Identificado o acidente, o funcionário precisa entrar em contato com a empresa, principalmente com a equipe da Segurança do Trabalho. A partir disso, os trâmites legais se iniciam, inclusive com os tratamentos dedicados e a procura por ajuda médica especializada. Quanto mais rápido o acidente for comunicado, mais rápido a equipe faz a Comunicação do Acidente de Trabalho – CAT.

3. Por que os agentes precisam de atenção?

Ultimamente, a presença das equipes de Segurança do Trabalho já não causa mais estranheza. Mas, quando essa prática se iniciou, muitos funcionários tinham resistência em aceitar que as aplicações e ensinamentos eram destinados, exclusivamente, ao seu bem-estar. Tanto que, por isso, alguns se mostravam contrários ao uso de EPIs e, principalmente, em aceitar que os agentes físicos, químicos e biológicos poderiam influenciar negativamente seu trabalho.

Os agentes físicos são todos os fatores aos quais os trabalhadores podem estar expostos: ruído, vibração, temperatura. Os agentes químicos são as substâncias ao qual tem acesso e que podem entrar no organismo pelas vias aéreas: poeira, gases, névoas, vapores. Já os agentes biológicos são bactérias, vírus, fungos.

4. Insalubridade: quem pode receber?

É importante que o profissional da Segurança do Trabalho reconheça que determinadas funções exigem o adicional de insalubridade. Considera-se insalubre toda a atividade que expõe o funcionário à agentes que são nocivos à sua saúde. Sendo assim, quando há, dentro da empresa, esse tipo de função, uma taxa de pagamento extra é fixada, podendo variar de 10% a 40% sobre o salário base.

5. Periculosidade: o que eu faço se encaixa?

A ideia da periculosidade é parecida com a da insalubridade. No entanto, o risco, nesse tipo de função, está mais relacionado à chance de exposição a atividades que possam gerar impacto direto sobre o corpo do funcionário. Podemos incluir, portanto, riscos de explosão, eletricidade, produtos inflamáveis ou, também, quando há chance de roubo ou violência física contra o trabalhador. Nesses casos, a sobretaxa é de 30% sobre o salário base.

6. EPI: o melhor amigo do trabalhador

Melhor amigo porque é, justamente, o que pode garantir a segurança dos funcionários. Conforme dito anteriormente, o uso do EPI se tornou mais rigoroso e as equipes de Segurança de Trabalho se tornaram mais vigilantes. Portanto, sempre que o ambiente ou a função do trabalhador apresente qualquer tipo de risco físico, o uso do equipamento deve ser incentivado e fiscalizado.

O que achou sobre a Segurança do Trabalho? Sua empresa está adequada a ela? Ou está precisando corrigir esse ponto? Não perca tempo! Faça o investimento dentro de sua equipe e aumente a qualidade do seu empreendimento! Já se você é trabalhador e percebeu que a sua empresa está precisando de uma equipe de Segurança do Trabalho, procure o seu líder e converse com ele sobre isso. Sem dúvidas estará ajudando a sua empresa e aos seus colegas!

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